A temporada 2 do podcast Aptare fala sobre o Alzheimer, abordando sintomas, tratamentos, estratégias para prevenção e a relevância dos cuidadores familiares. Confira os episódios.

Temporada 2 – Episódio 1: Alzheimer: Quem é esse alemão?

A segunda temporada do podcast Aptare é dedicada ao Alzheimer, doença tão temida. O primeiro episódio mostra que maior parte dos esquecimentos comuns do cotidiano não são nada além disso: efeito da correria do dia a dia.  E, também, destaca quais são os sinais de alerta.

A jornalista Lilian Liang, especialista em Gerontologia e diretora de redação da Revista Aptare, bate um papo com uma professora aposentada que preferiu não se identificar e será tratada como Rosa. Ela tem 68 anos e tem visto seu namorado ir perdendo gradualmente a autonomia, desde que ele recebeu o diagnóstico de Alzheimer. Participa também da conversa Dr. Antônio Eduardo Damin, médico neurologista com especialização em neurologia cognitiva e comportamental pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

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Temporada 2 – Episódio 2: Sou o rei das palavras cruzadas. Tô livre de ter Alzheimer?

Será que é possível prevenir o Alzheimer? O que não faltam são pesquisas e dicas de amigos que apontam como exercitar o cérebro como maneira de impedir a doença. O que realmente vale a pena fazer?

Para falar sobre isso, a jornalista Lilian Liang, especialista em Gerontologia e diretora de redação da Revista Aptare, bate um papo com Marjorie Arruda Mabilde Vasconcelos, professora de 72 anos, que participa de um treinamento para o cérebro como forma de tranquilizar sua família em relação à prevenção do Alzheimer, já que sua mãe teve a doença. E, também, com Luciana Cury, 47 anos, arquiteta, cujo pai faleceu em 2011 depois de 10 anos de diagnóstico de Alzheimer. Participa também da conversa Dr. Antônio Eduardo Damin, médico neurologista com especialização em neurologia cognitiva e comportamental pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

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Temporada 2 – Episódio 3: Alzheimer: Além de remédio, o que mais ajuda no tratamento?

Ainda que o Alzheimer não tenha cura, a associação dos medicamentos com terapias não medicamentosas pode ser muito benéfica para os pacientes. Já é comprovado por diversos estudos que o treinamento cognitivo melhora a cognição, as atividades da vida diária e a tomada de decisões por pessoas com Alzheimer em estágio inicial. Mas, além disso, quais outras atividades podem contribuir? Palavras-cruzadas realmente desafiam o cérebro e podem ajudar a postergar o Alzheimer?

Para falar sobre isso, a jornalista Lilian Liang, especialista em Gerontologia e diretora de redação da Revista Aptare, recebe a Maisa Kairalla, geriatra da Universidade Federal de São Paulo e  ex-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia seção São Paulo. Participam também da conversa Bete Lorca, professora aposentada, de 63 anos, que investe em diversas estratégias para manter a cognição do marido, que tem Alzheimer. E Tereza Brocado, artesã, de 77 anos, que tem um irmão com Alzheimer. Ela foi aprender a desenvolver games para ativar a sua memória e raciocínio e tentar prevenir a doença.

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Podcast Aptare – Especial – Dia Mundial da Doença de Alzheimer

Para marcar o Dia Mundial da Doença de Alzheimer, o Podcast Aptare traz o depoimento da jornalista Daiana Geremias Kowalski. Num relato emocionante, Daiana conta como a doença definiu uma nova forma de relacionamento com a avó e trouxe aprendizados que carrega consigo até hoje. A história é interpretada pela atriz Fabiana Gugli, que tem uma extensa carreira no teatro, cinema e TV. Em seu mais recente trabalho em teatro, Refúgio, com direção de Alexandre Dal Farra, recebeu indicação a Melhor Atriz no Premio Shell/2018.

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Temporada 2 – Episódio 4: O amor e a angústia do cuidador

Estima-se que 80% dos idosos  que necessitam de cuidados os recebam de pessoas da própria família, os chamados cuidadores familiares. No caso do Alzheimer, esses cuidadores, além de cuidarem da casa, das necessidades físicas, financeiras, emocionais e recreativas do familiar. Cuidar de um paciente com Alzheimer, portanto, não é nada fácil. Difícil também é reconhecer quando chega a hora de passá-lo para cuidadores profissionais, seja em casa ou em uma instituição de longa permanência.

Duas convidadas deste episódio vão nos enriquecer contando suas experiências. A dona de casa Kimiko Yamanaka Ferreira, de 76 anos, foi a cuidadora de seu marido por anos, até que, com coragem, percebeu que não dava mais conta e que o melhor para ele seria ter a assistência de profissionais. E Liliam Silveira, de 64 anos, que cuidou de sua tia com Alzheimer. Seu interesse em cuidar foi tanto que recentemente se profissionalizou como cuidadora. Para nos ajudar a entender essa questão, também participa da conversa a psicóloga Vera Bifulco, coordenadora do grupo de apoio a cuidadores de Alzheimer do Hospital 9 de Julho, em São Paulo.

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