Levar para o formato do podcast experiências que ajudem a lidar com os desafios e vivências da vida pós60 é a proposta do Podcast Aptare, inciativa da Dínamo Editora.  A cada mês, uma nova temporada temática é disponibilizada, com episódios divulgados todas as quintas-feiras.

“O podcast é um formato que lembra o bom e velho rádio, mas que você pode ouvir quando quiser. Um dos diferenciais do Podcast Aptare é a ênfase no protagonismo do idoso. Optamos por dar espaço aos 60+ desde a discussão das pautas até a participação nas gravações. Nesse sentido, contamos com um conselho editorial e entrevistados 60+, para que eles tragam suas experiências e questionamentos”, disse Lilian Liang, diretora de redação da revista Aptare e especialista em gerontologia.

Todos os episódios estão disponíveis no Google Podcast, Spotify, Deezer, Soundcloud ou no Apple Podcasts. Basta colocar “Podcast Aptare” no campo de busca.

Confira a temporada 1 do podcast Aptare


Temporada 1 – Episódio 1: Namoro ou amizade?

Namoro ou amizade? Relacionamentos maduros podem ser um desafio – ou uma tremenda aventura! O episódio de estreia do Podcast Aptare aborda o que muda quando se começa um namoro depois dos 60. Participam dessa conversa a socióloga Rosane Viana, 77 anos, que fala de sua própria experiência com relacionamentos; e o psicólogo Ailton Amélio da Silva, especialista no tema amor.

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Temporada 1 – Episódio 2: Cadê meu crush?

Há poucos anos, conhecer o amor da sua vida parecia depender um pouco do acaso e da convivência no trabalho, na escola, na faculdade… Ou, então, um amigo em comum fazia as vezes de cupido. Mas depois da aposentadoria, com os filhos crescidos, quem sabe até netos, como conhecer um novo amor?

Nesse episódio, Liça Bomfim, de 79 anos, e Luiz Rocha, de 87, contam como se conheceram por meio de um site de relacionamentos.  Participa também da conversa Ailton Amélio da Silva, psicólogo, doutor em Psicologia e professor aposentado da Universidade de São Paulo. Ailton é autor do livro “O mapa do Amor” e dedicou sua pesquisa acadêmica principalmente aos temas: amor e relacionamento amoroso.

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Temporada 1 – Episódio 3: Vovó tá de namorado novo

Uma ilha rodeada de familiares por todos os lados. Na maioria das vezes, passar do 60 significa se sentir o centro de uma árvore genealógica com filhos e filhas, genros e noras, netos e netas. Além de irmãos e sobrinhos! E, característica desta geração atual, às vezes pai e mãe, também! Além de ex-companheiros, pais ou mães dos filhos e ex-sogros e sogras. Como fazer então, para avisar a este bando de gente sobre um novo relacionamento?

Declinar do convite para jantar por que já tem um compromisso? Ou avisar que é preciso um lugar a mais na mesa do almoço de domingo? Para conversar sobre esse tema tão delicado, convidamos Jaques Kraiser, corretor de seguros de 77 anos, que conta como foi apresentar uma nova companheira para a família depois de ficar viúvo. Participa do bate-papo a psicóloga Isabella Quadros, especialista em gerontologia, de São Paulo.

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Confira a Temporada 2 do Pocast Aptare


Temporada 2 – Episódio 
1: Alzheimer: Quem é esse alemão?

A segunda temporada do podcast Aptare é dedicada ao Alzheimer, doença tão temida. O primeiro episódio mostra que maior parte dos esquecimentos comuns do cotidiano não são nada além disso: efeito da correria do dia a dia.  E, também, destaca quais são os sinais de alerta.

A jornalista Lilian Liang, especialista em Gerontologia e diretora de redação da Revista Aptare, bate um papo com uma professora aposentada que preferiu não se identificar e será tratada como Rosa. Ela tem 68 anos e tem visto seu namorado ir perdendo gradualmente a autonomia, desde que ele recebeu o diagnóstico de Alzheimer. Participa também da conversa Dr. Antônio Eduardo Damin, médico neurologista com especialização em neurologia cognitiva e comportamental pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

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Temporada 2 – Episódio 2: Sou o rei das palavras cruzadas. Tô livre de ter Alzheimer?

Será que é possível prevenir o Alzheimer? O que não faltam são pesquisas e dicas de amigos que apontam como exercitar o cérebro como maneira de impedir a doença. O que realmente vale a pena fazer?

Para falar sobre isso, a jornalista Lilian Liang, especialista em Gerontologia e diretora de redação da Revista Aptare, bate um papo com Marjorie Arruda Mabilde Vasconcelos, professora de 72 anos, que participa de um treinamento para o cérebro como forma de tranquilizar sua família em relação à prevenção do Alzheimer, já que sua mãe teve a doença. E, também, com Luciana Cury, 47 anos, arquiteta, cujo pai faleceu em 2011 depois de 10 anos de diagnóstico de Alzheimer. Participa também da conversa Dr. Antônio Eduardo Damin, médico neurologista com especialização em neurologia cognitiva e comportamental pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

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Temporada 2 – Episódio 3: Alzheimer: Além de remédio, o que mais ajuda no tratamento?

Ainda que o Alzheimer não tenha cura, a associação dos medicamentos com terapias não medicamentosas pode ser muito benéfica para os pacientes. Já é comprovado por diversos estudos que o treinamento cognitivo melhora a cognição, as atividades da vida diária e a tomada de decisões por pessoas com Alzheimer em estágio inicial. Mas, além disso, quais outras atividades podem contribuir? Palavras-cruzadas realmente desafiam o cérebro e podem ajudar a postergar o Alzheimer?

Para falar sobre isso, a jornalista Lilian Liang, especialista em Gerontologia e diretora de redação da Revista Aptare, recebe a Maisa Kairalla, geriatra da Universidade Federal de São Paulo e  ex-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia seção São Paulo. Participam também da conversa Bete Lorca, professora aposentada, de 63 anos, que investe em diversas estratégias para manter a cognição do marido, que tem Alzheimer. E Tereza Brocado, artesã, de 77 anos, que tem um irmão com Alzheimer. Ela foi aprender a desenvolver games para ativar a sua memória e raciocínio e tentar prevenir a doença.

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Podcast Aptare – Especial – Dia Mundial da Doença de Alzheimer

Para marcar o Dia Mundial da Doença de Alzheimer, o Podcast Aptare traz o depoimento da jornalista Daiana Geremias Kowalski. Num relato emocionante, Daiana conta como a doença definiu uma nova forma de relacionamento com a avó e trouxe aprendizados que carrega consigo até hoje. A história é interpretada pela atriz Fabiana Gugli, que tem uma extensa carreira no teatro, cinema e TV. Em seu mais recente trabalho em teatro, Refúgio, com direção de Alexandre Dal Farra, recebeu indicação a Melhor Atriz no Premio Shell/2018.

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Temporada 2 – Episódio 4: O amor e a angústia do cuidador

Estima-se que 80% dos idosos  que necessitam de cuidados os recebam de pessoas da própria família, os chamados cuidadores familiares. No caso do Alzheimer, esses cuidadores, além de cuidarem da casa, das necessidades físicas, financeiras, emocionais e recreativas do familiar. Cuidar de um paciente com Alzheimer, portanto, não é nada fácil. Difícil também é reconhecer quando chega a hora de passá-lo para cuidadores profissionais, seja em casa ou em uma instituição de longa permanência.

Duas convidadas deste episódio vão nos enriquecer contando suas experiências. A dona de casa Kimiko Yamanaka Ferreira, de 76 anos, foi a cuidadora de seu marido por anos, até que, com coragem, percebeu que não dava mais conta e que o melhor para ele seria ter a assistência de profissionais. E Liliam Silveira, de 64 anos, que cuidou de sua tia com Alzheimer. Seu interesse em cuidar foi tanto que recentemente se profissionalizou como cuidadora. Para nos ajudar a entender essa questão, também participa da conversa a psicóloga Vera Bifulco, coordenadora do grupo de apoio a cuidadores de Alzheimer do Hospital 9 de Julho, em São Paulo.

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Confira a Temporada 3 do Podcast Aptare


Temporada 3 – Episódio 1: Avosidade – a relação avós e netos ganhou um nome

Idoso pode ter muitos significados atualmente. Pela lei brasileira, o Estatuto do Idoso, são chamados assim os adultos com mais de 60 anos. Mas tem gente que se ofende com o termo e prefere outras denominações, como sênior ou maduro. O que importa é que a principal característica dessa atual geração acima dos 60 anos é a diversidade de perfis e funções desempenhadas na sociedade.

Um desses papeis é o de ser avô/avó. Ter avós é uma delícia e a maioria dos adultos só tem histórias boas e cheias de saudade pra contar sobre eles. E quando a gente vira avó ou avô? É hora de mimar, fazer tudo o que der na telha com o netinho e ouvir dos pais dele “que os avós estragam o menino?” Ou avô também tem obrigação de educar? Está certo quando os filhos delegam aos pais os cuidados dos netos? Afinal de contas, qual o papel dos avós hoje em dia?

Para falar sobre o tema, convidamos Elisabete Junqueira, publicitária de 61 anos, que entrou de cabeça na relação entre avós e netos. O tema é tão instigante para ela que, além de curtir seus netos, ela abriu um site chamado Avosidade. Também converso com a Sonia Silva Fernandes,  de 72 anos, avó de cinco netos, que variam de 9 a 17 anos. Participa do papo o psicólogo Caio Henrique Vianna Baptista, psicologo da Beneficência Portuguesa de São Paulo e coordenador do Serviço de Psicologia do Residencial Santa Cruz.

Esta temporada tem o apoio da Apsen.

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Temporada 3 – Episódio 2: Geração sanduíche – a difícil missão de ser o recheio

Muitos da geração 60+ atual têm a bênção de ainda ter seus pais vivos, com mais de 80 anos. E aí, além de cuidar deles, ainda têm as preocupações com os próprios filhos, cuja independência tem sido mais tardia. Essa é a geração sanduíche – que cuida dos pais e dos filhos. Fica ali no meio dessas duas gerações.

É muito bom, sem dúvida, porque a convivência intergeracional é saudável para todos, mas também tem aspectos difíceis. Para conversar sobre esse tema, convidamos Eliana Lino Chaves, de 69 anos, que, durante muito tempo, cuidou de seu pai cadeirante e de sua filha; e Lilian Shibata, de 66 anos, que cuida da mãe e ajuda bastante sua filha. Também participa do papo psicóloga Cleo Toniolo Zenatti.

Esta temporada tem o apoio da Apsen.

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Temporada 3 – Episódio 3: Provedor do lar: ainda mantenho minha família

Um dos significados de ser idoso  atualmente é ser provedor familiar. Segundo o IBGE, 12% dos lares brasileiros têm a aposentadoria como a principal ou única fonte de renda, ou seja, 5,7 milhões de casas.

Muitas vezes, não é por folga dos familiares, mas sim da longa crise econômica que gera desemprego e encolhe o poder de compra. É importante, no entanto, saber separar a necessidade do abuso. Isso porque quase 20% das denúncias de violência contra os idosos recebidas pelo Disque Denúncia, são referentes a violência patrimonial. Ou seja, idosos que são extorquidos pela família. Neste terceiro episódio da terceira temporada do Podcast Aptare, a jornalista Lilian Liang, especialista em Gerontologia e diretora de Redação da Revista Aptare, recebe convidados para falar sobre isso. Acompanhe!

Esta temporada tem o apoio da Apsen.

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Temporada 3 – Episódio 4: Aposentado? Longe disso!

Aposentadoria não é mais o fim da vida útil. Seja porque, cheia de saúde e disposição, a geração 60+ não quer parar de trabalhar, ou infelizmente, porque não pode, já que muitos não conseguem viver com o valor do benefício. Esses são alguns dos motivos que fazem com que os adultos acima dos 60 anos continuem buscando oportunidades profissionais.

Para falar sobre aposentadoria, mercado de trabalho, reinvenção e possibilidades, conversamos com Eduardo Abreu, 62 anos, engenheiro aposentado que continua envolvido em projetos remunerados, desde que lhe tragam prazer, e Julio Bonazzi, 60 anos, que busca um emprego, mas acredita que o preconceito com sua idade seja o principal empecilho. Também participa do bate-papo presente Morris Litvak, fundador e CEO da MaturiJobs, plataforma que conecta profissionais maduros e experientes com oportunidades de trabalho.

Esta temporada tem o apoio de Apsen Farmacêutica.

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Confira a Temporada 4 do Podcast Aptare


Temporada 4 – Episódio 1:
 Daqui não saio – quero ficar na minha casa, é possível?

O Estatuto do Idoso assegura às pessoas com mais de 60 anos o direito a “moradia digna, no seio da família natural ou substituta, ou desacompanhado de seus familiares, quando assim o desejar, ou, ainda, em instituição pública ou privada”. Mas para muitos idosos, a questão que se coloca é qual a melhor forma de exercer este direito. Afinal, a vida pode mudar por vários motivos: a saída dos filhos da casa, viuvez, aposentadoria, sensação de solidão.

Por isso, essa temporada do Podcast Aptare  debate as opções de moradia para quem passa dos 60. Esse primeiro episódio fala sobre o envelhecer em casa. Será que dá para continuar morando na mesma casa em que se viveu por décadas? E, se for necessário se mudar, o que procurar no novo espaço?

Para discutir esse tema, convidamos Carolina Negreiros, de 64 anos, relações públicas e consultora de comunicações. Depois de morar 15 anos em uma espaçosa casa de 200 m2, Carolina resolveu mudar para um apartamento de 90 metros, onde mora sozinha. Também participa do papo a arquiteta e especialista em gerontologia Flavia Ranieri.

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Temporada 4 – Episódio 2: Mi casa, su casa, literalmente: vivendo em comunidade

A moradia compartilhada começa a ganhar a atenção da geração 60+. Os chamados cohousing, condomínios exclusivos para idosos, se tornaram uma opção atraente para proporcionar maior interação social, construção de uma rede de apoio e redução de custos pelo compartilhamento de recursos comuns. Há também o coliving, ou seja, o compartilhamento de uma mesma casa por moradores 60+.

Parece simples, mas não é. Muito antes de se comprar o terreno e começar a construir, quem se interessa por esse conceito de moradia precisa entender que ele vai muito além de uma casa. Ele envolve um estilo de vida e a construção de uma comunidade.

Para discutir o tema, o programa recebe Lilian Avivia Lubochinski, arquiteta e urbanista estudiosa das soluções arquitetônicas para o tempo da velhice, e Bento da Costa Carvalho Júnior, professor aposentado da área de engenharia da Unicamp, ex-diretor da Associação de Docentes da Unicamp e atual membro da Diretoria da Associação de Moradores da Cohousing Sênior Vila ConViver.

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Temporada 4 – Episódio 3: Asilo? Oba! É pra lá que eu vou!

O título deste episódio pode parecer estranho, mas temos boas notícias: as coisas mudaram muito em termos de instituição para idosos.

Hoje o termo “asilo” está em desuso. Esta palavra, ainda agora, faz qualquer pessoa pensar em casas pouco limpas que abrigam idosos de baixa renda, verdadeiros depósitos para velhos abandonados. Infelizmente, ainda há casas assim pelo país. Mas as ILPIs (instituições de longa permanência para idosos), como essas residências agora são chamadas já começam a ser vistas com bons olhos. E, sim, há pessoas que escolhem uma delas para morar por livre e espontânea vontade, como veremos no episódio de hoje.

Para contar sua experiência, convidamos a artista plástica Alda Torres Amado, de 96 anos, e que decidiu viver em uma ILPI há 1 ano. Para nos ajudar na discussão, junta-se a nós Margherita Cassia Mizan, psicóloga, mestre em Gerontologia e anos de experiência em ILPIs.

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Temporada 4 – Episódio 4: As ofertas de moradia pública

A falta de moradia adequada é um problema crônico no Brasil. São cerca de 33 milhões de brasileiros sem ter onde morar, segundo a Organização das Nações Unidas. Faltam quase 7 milhões de moradias no país, conforme dados da Fundação João Pinheiro sobre o déficit habitacional no Brasil.

A situação atinge também a população idosa, mas ainda são poucas as iniciativas públicas voltadas especialmente a essa população. O mais comum ainda são as instituições de longa permanência para idosos (ILPIs). São 3.548 cadastradas no Ministério da Cidadania. Desse total, apenas 235 são públicas, bancadas pelos governos federal, estaduais ou municipais, ou mistas, quando há algum outro tipo de financiamento junto.

No entanto, há também outras iniciativas interessantes, ainda que em pequena escala, como o Programa Cidade Madura, um condomínio público em João Pessoa (PB) totalmente adaptado para os moradores idosos, e as repúblicas para idosos em Santos, no litoral paulista.

Para falar sobre essas possibilidades, convidamos Yeda de Oliveira Duarte, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP e coordenadora do estudo SABE – Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento, que também coordenou um estudo nas instituições de longa permanência para idosos registradas no Censo SUAS – Sistema único de Assistência Social – do Ministério da Cidadania. Também participa da conversa Maria Aparecida Amato Costa, de 74 anos, que reside na Vila dos Idosos no bairro do Pari, em São Paulo.

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Confira a temporada 5 do Podcast Aptare


Temporada 5 – Episódio 1: 
As ofertas de moradia pública

A ideia de que, conforme envelhecemos, o sexo deixa de fazer parte da vida não tem qualquer base científica. Manter a atividade sexual não tem contraindicação alguma, pelo contrário. Um estudo publicado em 2019 na revista Sexual Medicine concluiu que idosos que haviam tido
ao menos uma relação sexual nos últimos 12 meses tinham uma percepção melhor sobre sua qualidade de vida. E foram entrevistadas quase 7 mil pessoas com cerca de 65 anos.

No Brasil, uma pesquisa do Datafolha de 2017, mostra que há um decréscimo na prática sexual conforme a idade avança, mas mesmo assim 58% das pessoas entre 60 e 70 anos declararam fazer sexo e 43% entre 71 a 80 anos. A maioria, homens. Mas, alto lá! Sexo também não é obrigatório. Se quase 50% dos entrevistados faz sexo, não significa que os outros 50% não estejam felizes e satisfeitos em seus relacionamentos.

A jornalista Lilian Liang, especialista em Gerontologia e diretora de Redação da Revista Aptare, recebe convidados para falar sobre isso e provar que o sexo no envelhecimento tem muitas versões – e que o essencial é encontrar prazer.

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